>> POESIA MODERNA

MANÁ

de Débora Novaes de Castro. In SINFONIA DO INFINITO, São Paulo, 1988, p.27.

MANÁ

Meus versos são anjos,
anjos de asas brancas
levando cestos e cestos de rosas
para jogá-las das alturas...

Elas cairão despetaladas
como o "maná do deserto"
talvez que despercebidas
mas vestindo a terra de noiva!

Débora Novaes de Castro
(in Sinfonia do Infinito, São Paulo, 1988, p.27)

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